XXXVI

Se eu soubesse o que fazer
Com tanta e tamanha indecisão
Ainda assim nada faria
Pois o querer ainda me governa
E minha alma, sempre anárquica
Não foge nem luta,
Cala.

Se eu pudesse decidir
Que fazer com meus devaneios
Ainda assim nada teria
Pois o que é ideia não morre
E em solo infértil de medo
Tampouco nasce.

Posted by Cindi Christie | às 17:42

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